quinta-feira, 21 de abril de 2011
O Renascer Fortalecido
domingo, 9 de agosto de 2009
Sejam Felizes Para Sempre!

domingo, 12 de abril de 2009
Jade Barbosa

A Música de todos os tempos
"She", Charles Aznavour
A música nos reporta, romanticamente, a momentos significativos das nossas emoções. O coração se enche de alegria e revivemos cada detalhe de algo que não queremos esquecer, com o frescor sentimental de um hoje. E a música que consegue esse efeito mágico, merece estar sempre na mídia, para que fique arraigada, numa prova inconteste que boas composições podem vir á tona em todos os tempos que serão apreciadas. O bom gosto musical não tem classe social e nem língua pátria. A sonoridade une os povos e suscita sentimentos nobres. Tantas e tantas composições que merecem destaque nesse emaranhado de qualidade musical. Particularmente, sou fanática pela música francesa, Charles Aznavour, Edith Piaf, Mireille Mathieu, sem com isso, deixar de apreciar Natalie e Nat King Cole, Frank Sinatra, e tantos outros que merecem igual destaque. Com relação à nossa música, inegavelmente, é hours concours, tem peculiaridades muito próprias da criatividade brasileira, a exemplo de Chico Buarque, Caetano Veloso, Tom Jobim e outros tantos não caberiam neste espaço, merecem inclusive, uma postagem própria, dentro em breve, avocando a arte de Pixinguinha, Noel Rosa, Dalva de Oliveira, Ângela Maria, Cauby Peixoto e muito mais. Portanto, música é música em qualquer lugar do mundo. Deleitem-se com os momentos musicais propostos nessa postagem. E ... “vive le musique!!”
"Non, je ne regretti rien", Edith Piaf
Lygia Prudente
sábado, 17 de janeiro de 2009
"No Túnel do Tempo"

LUDWIG OLIVEIRA
Radialista e Professor
(artigo publicado originalmente no JORNAL DA CIDADE , Aracau/SE, em março de 2008)
Assista ao vídeo "Amor tem que ser Amor", com a participação do cantor Paulo Sérgio no Programa "Globo de Ouro", em 1976.
sábado, 10 de janeiro de 2009
Choro e Chorões

Choro – Devo antes de dissecar, dizer que o Choro não é exatamente um gênero musical, como o samba, o baião, a valsa, etc. É uma maneira de tocar, uma linguagem criada pelo músico carioca. O Choro quase sempre é sentimental, mas também pode ser alegre e saltitante. Suas origens são desconhecidas, mas existem algumas hipóteses que o fazem provir da África: os negros cafres costumavam executar uma espécie de concerto vocal, ao qual chamavam xôlo, que foi trazido para o Brasil, confundindo-se essa palavra africana com a portuguesa “choro”. Diversos historiadores de nossa música popular estabeleceram que o Choro nasceu nos anos 70 do século passado, no Rio de Janeiro, o mesmo período, aliás, em que foi criado o maxixe, outro gênero musical carioca. A polca “Flor Amorosa” do flautista Joaquim Silva Callado Júnior. Quando o violoncelista Casemiro de Souza Pitanga tirava incríveis vibratos de seu instrumento, numa apresentação no Salão do Congresso Fluminense em novembro de 1857, um determinado espectador gritou: - chora Pitanga! Esse grito, que resultou em 1868 na polca “Chora Pitanga”, de Manoel Joaquim Maria, identificava também um modo de tocar das músicas da época. A grande emulação desses encontros era a apresentação de novas músicas que pretendiam “derrubar” os acompanhadores, com as suas modulações inesperadas, além das improvisações dos solistas. Um dos músicos surgidos naquela comunidade de chorões chamava-se Albertino Ignácio Pimentel – o Carramona (1871-1929) – deixando uma obra das mais expressivas e uma lembrança muito forte entre os músicos. Lamentável que não houvesse ninguém naquela época interessado em registrar num livro aquele momento da música popular brasileira. Só muito mais tarde, em 1936, Alexandre Gonçalves Pinto, um antigo tocador de violão e cavaquinho e humilde funcionário dos Correios, sem qualquer vocação para escritor, escreveu por conta própria um livro chamado “O Choro” (atualmente uma raridade biográfica), com reminiscências de cerca de 300 figuras do Choro carioca. Através desse livro foi possível saber, por exemplo, que Carramona aprendeu a tocar piston ainda criança, quando era interno da Casa dos Meninos Desvalidos, em Vila Isabel. E também que a Princesa Isabel gostou tanto das suas interpretações que, como prêmio, pediu a um médico que colocasse – por conta da família imperial – um “olho de vidro” no lugar do seu olho vazado. Outro Chorão da mesma época é Pedro Manoel Galdino, autor de Choro “Flausina” uma das primeiras gravações de Pixinguinha (1912), Pedro Galdino – segundo depoimento de Pixinga ao crítico Tinhorão – “era um crioulinho que trabalhava na fábrica de tecidos da Vila Isabel. Como músico era fraco, mas compunha umas coisas bonitinhas.” Outro grande: Luiz Americano (1900 – 1960), saxofonista e clarinetista, filho de Itabaiana-SE, deu também grande parcela ao Choro através de composições bastantes destacadas – É do que há, Intriga no Boteco do Padilha, Numa Seresta, Luiz Americano no Lido, Assim Mesmo, Minha Lágrima e Sorriso de Cristal. Diversos outros também se destacaram, Avena de Castro, Aristides Borges, Luiz Otaviano Braga, Patápio Silva, etc. Enfim, o Choro gerado sob o impulso criador e improvisatório dos chorões logo perdeu as características dos países de origem, adquirindo feição e caráter perfeitamente brasileiros, a ponto de se tornar impossível confundir uma Polka da Boêmia, um Schottiche teuto-escocês ou uma Valsa alemã ou francesa, com o respectivo similar brasileiro, saído da inventiva desses Chorões que se chamaram Calado, Chiquinha Gonzaga, Anacleto de Medeiros, Irineu Batina, Pixinguinha, Mário Cavaquinho, Sátiro Bilhar, Candinho Trombone, Jacob e Waldir.
O Choro nasceu da necessidade inconsciente que esses músicos sentiram de nacionalizar a música estrangeira importada.
Agora, vou ouvir um Chorinho de autoria de meu pai...!
(*) Radialista e Professor
ASSISTA ao vídeo : "Alma Carioca: um CHORO de Menino",
uma deliciosa animação que mostra como o choro passou de gerações a gerações, mantendo viva a verdadeira cultura carioca.
domingo, 28 de dezembro de 2008
Tin...tin... para o Ano Novo – crendices que alimentam a tradição!
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Feliz você neste Natal!

domingo, 30 de novembro de 2008
Época de magia.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Oficina de Sensibilização
Através da Alegoria da Caverna, Platão chama a atenção para homens que se encontram acorrentados em uma caverna desde a infância, de tal forma que, não podendo se voltar para a entrada, apenas enxergam o fundo da caverna, onde são projetadas sombras das coisas que passam às suas costas, onde há uma fogueira. Caso um desses homens conseguisse soltar-se das correntes para descobrir, à luz do dia, os verdadeiros objetos, quando regressasse para contar, entusiasticamente, o que vira, não teria o seu entusiasmo acatado nem o crédito do que informaria, e seus antigos companheiros o tomariam como louco. No sentido epistemológico, Platão compara o acorrentado ao homem comum, que se deixa dominar pelos sentidos, pelas paixões, e, com isso, só absorve um conhecimento imperfeito da realidade, limitado ao mundo no qual as coisas são meras aparências e estão em constante fluxo e denomina esta contemplação de opinião. Quando a razão supera o mundo da ilusão e consegue atingir o mundo das idéias, dos verdadeiros modelos arquétipos, fazendo com que o homem liberte-se das correntes, Platão diz que ele, o homem, passou a ser filósofo e que as idéias são mais reais que as próprias coisas. Trocando em miúdos: a caverna é o mundo das aparências em que vivemos e as sombras projetadas no fundo representam, exatamente, aquilo que não percebemos. As correntes são nossos preconceitos e opiniões, nossas crenças, de que o que estamos percebendo é realidade. Mas quem é o prisioneiro que se liberta e sai da caverna? É o filósofo, aquele que tem amor pelo saber. E a luz do sol é a verdade, a nossa realidade. sábado, 9 de agosto de 2008
Fazendo as Honras da Casa...
No último dia 4, a UVA/ORES recepcionou os seus alunos, iniciando assim o seu período letivo, em Aracaju, com todo o garbo. A palestra do gaúcho Áttico Chassot, professor há 47 anos, licenciado em Química, Mestre e Doutor em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, com pós-doutoramento na Universidade Complutense de Madri, foi o ápice da noite. Na platéia, cerca de quinhentas pessoas, dentre estas, Alunos, Professores, Diretores e Convidados, ouviram atentamente o tema discorrido com maestria sobre educação e ciência e a necessidade de se "formar jardineiros cuidadores do Planeta", considerando o momento competitivo em que vivemos, a exigir, cada vez mais, uma postura coerente de ações na busca da convivência pacífica e respeitosa com o "outro". E elucidações tais quais as abordadas pelo Prof. Áttico Chassot só acrescentam e proporcionam reflexões. Brilhante... é o adjetivo que qualifica a aula inaugural para os alunos da UVA/ORES. sábado, 28 de junho de 2008
ORES exercita a Gestão Democrática
- Dona Águia, já que somos amigas, rogo-lhe que não coma meus filhotes.
- Certamente - respondeu a águia - nossa amizade me impede de fazê-lo. Mas como os reconhecerei se nem mesmo sei onde fica o seu ninho?
- Ora, Dona Águia, é fácil. Eles são os filhotes mais lindos da floresta!
Assim, para Dona Águia não correr riscos de arranhar sua amizade com Dona Coruja, procurou comer apenas os filhotes mais feios que encontrou: um par de criaturas horrorosas com grandes olhos arregalados enfiados numa toca em uma velha árvore."
domingo, 22 de junho de 2008
Prévia Junina 2008 - tradição de pais para filhos
Mais uma vez aproveito para ressaltar a importância de se manter as tradições, principalmente no que diz respeito às festas juninas, porque mexem com o nordestino, nascido sob o embalo do gostoso forró pé-dé-serra, do calor da fogueira, do cheirinho do milho verde e das reuniões familiares para dançar um arrasta-pé. Faz parte da cultura do nosso povo e são costumes que precisam ser preservados. O novo milênio não deve ser um "virar de página" para as nossas raízes e nossos hábitos de povo simples porque representam o alicerce e a história dos nossos filhos e netos. E viva o nosso São João.domingo, 8 de junho de 2008
ORES ENFATIZA EDUCAÇÃO DE QUALIDADE



